POR QUE ELES NÃO QUEREM UMA POLÍCIA BEM PAGA, OU MELHOR, COM UM SALÁRIO MAIS JUSTO.

À Aproximadamente 15 anos atrás vocês lembram como era a POLÍCIA FEDERAL, claro que sim! Eles tinham péssimos salários, péssima formação, péssimas ... com isso, o que tínhamos, péssimos Policiais Federais.

Em, 1996 no Governo de FERNANDO HENRIQUE um movimento desencadeado por policiais federais, foi o suficiente para eles pularem do patamar que estavam para o que hoje é, com carreira assegurada por ascensão, estudos dirigidos e cursos de formação o que só fez com que melhorasse seu desempenho, assegurando uma melhor prestação de serviço para a população. E sua forma de lhe dar com os casos sem que se envolvesse.
ESTE carinha acima, realmente olhou as ações da POLÍCIA. E sabendo que a melhoria salárial fezesse com que a POLÍCIA FEDERAL se reformulasse e passou a trata-los como eles são. Daí o porquê do medo?! Uma polícia melhor remunerada, certamente dar-se-a uma melhor formação, um melhor meio operacional, nas investigações não deixaria passar nada, citando como por exemplo: O que ocorreu recentemente na Secretária de Ação Social, onde houve na verdade uma evacuação de funcionários, por fraude;
Podemos falar também das propinas que deixam milhares de infratores as soltas pelo Piauí, muitos deles com ligação política com esse ou aquele Deputado da Situação do momento.
CERTAMENTE COMPANHEIRO, quando você tem uma melhor remuneração, seu nariz se inclina, PROPINA isso será motivo para prisão, assim houveria-nos varios comentários "POXA prenderam fula de tal, acessor de sicrano". Infelizmente vivemos num país onde os valores são dados pelo que você tem ou pode ter! CERTAMENTE Não que seja essa a minha visão! Mais do que falar se certamente 90% da população pensam desta forma, não importando a faixa social, crença cor ou religião o pensamento é um só! Fomos assim criados e fomos doutrinados desta forma.
ENTÃO para eles um salário digno, seria como colocar a corda no próprio pescoço, quem faria isso? COM ISSO podemos afirmar que os GOVERNADORES que estão contra a PEC 300, têm os mesmos pensamentos de POLITICOS.

GOSTARIA COMPANHEIROS neste momento de conclamar todos para demonstrar a estes Governadores e aos demais políticos que pensam como eles, que nossos valores estão bem acima dos deles. Vamos buscar a fundo provas que venham lhes colocarem no banco dos réus, vamos nos unir-mos por um melhor salário, mais antes disso vamos fazer com que eles se calem.  VAMOS DEIXAR UM POUCO ESTE NEGÓCIO DE PATENTE, POIS ELA NÃO NOS ESTAR LEVANDO A LUGAR ALGUM, ELES NOS TRATAM COMO SE FOSSE UM SÓ, ESTAR RUIM NÃO SÓ PARA AS PRAÇAS, ESTAR RUIM PARA TODOS NÓS.

PT e PMDB indicam deputados denunciados ao STF para mudar Código de Processo Civil



O deputado federal João Paulo Cunha em foto de Aílton de FreitasBRASÍLIA - Dois deputados com problemas na Justiça - o réu no processo do mensalão no Supremo Tribunal Federal João Paulo Cunha (PT-SP) e o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que responde a inquérito no STF - foram escolhidos, respectivamente, como presidente e relator da Comissão Especial da Câmara que discutirá e aprovará mudanças no Código de Processo Civil. As indicações feitas pelos líderes do PT, Paulo Teixeira (SP), e do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN), provocaram críticas e mal-estar nos três Poderes.
No Congresso, além de dividir as bancadas, as escolhas são criticadas pelo fato de os dois não serem considerados especialistas em Direito. No Judiciário, interlocutores do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), relatam que ele considera a situação constrangedora. Fux presidiu o grupo de juristas responsável pelo texto da reforma do Código de Processo Civil.
Queixas de 35 deputados
No governo, o vice-presidente Michel Temer, que já estava preocupado com outras questões na bancada do PMDB conduzidas pela dupla Henrique Alves-Eduardo Cunha, deve interferir nessa escolha para evitar maiores desgastes para o partido. Temer recebeu uma avalanche de reclamações de um grupo de cerca de 35 deputados contra o que chama de "favorecimento de Eduardo Cunha" na divisão das tarefas.
Os dois serão submetidos à eleição na comissão especial. Na quinta-feira, em solenidade no Salão Nobre do Congresso para formalizar a criação da comissão especial, parlamentares comentaram com o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), que o ideal seria indicar deputados da área jurídica, acostumados com problemas dos processos ligados à lentidão da Justiça.
O deputado federal Eduardo Cunha em foto de Fábio RossiO deputado Miro Teixeira (PDT-RJ), que integrará a comissão, concordou:
- A Câmara será muito atacada se não forem indicados para presidente e relator dessa comissão deputados identificados com o exercício do Direito. Temos muitos ex-juízes, promotores, advogados atuantes que militaram nessas áreas e podem contribuir.
Participaram da cerimônia, entre outros, o ministro Luiz Fux e o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, além de João Paulo Cunha.
Os líderes defenderam as indicações e argumentaram que o fato de estarem sendo processados ou respondendo a inquérito não pode ser motivo de veto para que exerçam função parlamentar. O líder Paulo Teixeira (PT) disse que o fato de João Paulo ser réu no mensalão não é impedimento:
- No processo, ele terá a oportunidade de se defender. Escolhi pelo fato de ele ser presidente da CCJ, ser o mais votado do PT em São Paulo. Ele é bacharel em Direito. Preenche todos os requisitos.
O líder Henrique Alves (PMDB) frisou que Cunha já presidiu a CCJ da Câmara e foi elogiado:
- Isso (responder a inquérito) não é precondição para vetar parlamentar. Estaríamos prejulgando. Cunha não era da área jurídica e foi um bom presidente da CCJ.
No caso de Eduardo Cunha, porém, a maior reclamação dos deputados é a de que Henrique Alves o privilegia. O líder negou e disse que os pedidos de relatorias dos deputados são encaminhados por ele a Marco Maia, na ordem em que chegam as requisições:
- Eduardo Cunha pediu essa relatoria em fevereiro e encaminhei o pedido a Maia. O pedido do deputado Arthur (Oliveira Maia, da Bahia) chegou anteontem. Não vou atropelar os que pediram no devido tempo - disse Henrique, apresentando pedidos de relatorias dos últimos meses, para mostrar que Cunha aparece só uma vez.
Eduardo Cunha disse que será sua primeira relatoria neste novo mandato. Ressaltou que não é réu em nenhum processo e que exerce, na plenitude, suas atividades como deputado, como a de votar e relatar medidas importantes. Além disso, a Constituição, disse ele, garante que toda pessoa é inocente até prova em contrário.
- Fui presidente da CCJ, sou membro da CCJ. Sou reconhecidamente um parlamentar que tem atuação, e tão deputado quanto os outros. O deputado Danilo Fortes não era especialista para ser presidente da Funasa e foi - disse, respondendo a um dos seus críticos.
Danilo Fortes (PMDB-CE) tem sido um dos mais duros nas críticas ao líder e à escolha do relator:
- Não tem sentido botar como relator um cara do mercado financeiro. Por isso, o grupo dos 35 fechou questão contra a indicação de Eduardo Cunha. Não vamos abrir mão disso.
O novato Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), irmão de Geddel Vieira Lima, reforçou:
- Mas o Eduardo Cunha não é advogado, é economista!
A um grupo reservado, Temer já manifestou incômodo com o fato de Henrique Alves levar Eduardo Cunha, com frequência, para reuniões da cúpula peemedebista no Palácio do Jaburu, residência oficial do vice-presidente.

Fonte: Infoglobo Comunicação

PMs terão reajuste salarial e encerram manifesto Polícia Legal: tolerância zero




Fonte: CidadeVerde.com

Após acordo com Governo, veja quanto ganharão os Policiais Militares

Reajuste foi dividido em quatro parcelas anuais e o tíquete alimentação terá aumento. 

Após acordo com o governo do Estado, os policiais militares e bombeiros do Piauí encerraram a operação Polícia Legal, Tolerância Zero, que já durava oito dias. As negociações realizadas no Tribunal de Justiça entre os comandantes gerais, secretários de estado, o presidente do TJ e representantes das associações da categoria culminaram num reajuste salarial de mais de 100% do dado nos últimos quatro anos. 

Segundo o presidente da Associação dos Oficiais Militares, capitão Evandro Rodrigues, disse que conseguiram uma grande vitória junto ao governo. “Ficaram algumas coisas pendentes que vamos acertar depois como a carga horária e a legislação da Polícia, mas a nossa maior vitória não foi o aumento do salário em si, mas a união de toda a polícia. Os próximos governos irão pensar duas vezes quando forem negociar com a gente”, declarou.
O capitão afirma que o governo Wellington Dias o reajuste foi de R$ 380,00 em quatro anos e a previsão é que no próximo quadriênio haja um ganho real de R$ 1.700,00.
O ticket alimentação teve um aumento de R$ 25, de R$ 120 para R$ 145. Veja como ficará os vencimentos dos militares estaduais com o que foi acordado, que será dividido em quatro parcelas anuais. Atualmente, a Polícia Militar possui um efetivo de 13 mil pessoas entre ativos e inativos. 



ANO: 2012 (fevereiro) – 2013 (maio) – 2014 (maio) - 2015 (maio)
SOLDADO: 1.704,10 - 2.047,63 - 2.450,92 - 3.100,00 = 107% 
CABO: 1793,42 – 2.154,69 – 2.578,78 – 3.150,00 = 107%
3º SARGENTO: 1.908,19 – 2.292,89 – 2.744,50 – 3.246,29 = 106%
2º SARGENTO: 2.033,80 – 2.447,51 – 2.933,16 – 3.472,77 = 107%
1º SARGENTO: 2.164,59 – 2.605,80 – 3.123,75 – 3.699,26 = 108%
SUBTENENTE: 2.363,90 – 2.856,34 – 3.434,42 – 4.076,73 = 111%
2º TENENTE: 3.245,74 – 3.897,04 – 4.661,61 – 5.511,14 =106%
1º TENENTE: 3.850,43 – 4.610,04 – 5.501,77 – 6.492,57 = 104%
CAPITÃO: 4.712,46 – 5.658,34 – 6.768,72 – 8.002,47 = 106%
MAJOR: 5.927,30 – 7.018,78 – 8.300,08 – 9.723,76 = 95%
TENENTE CORONEL: 7.671,22 – 8.947,19 – 10.445,08 – 12.109,40 = 85%
CORONEL: 10.115,34 – 11.548,14 – 13.230,13 – 15.099,00 = 70%
Fonte: Governo do Estado

Coronel Rubens: Governo convocará 165 agentes no Piauí


Rubens: Governo convocará 165 agentes no Piauí
Coronel Rubens Pereira 
O comandante da Polícia Militar Rubens Pereira, durante entrevista ao Programa Agora da Rede Meio Norte, falou sobre o fim da greve e das negociações entre Governo e policiais militares. Segundo ele, o governo já teria sinalizado sobre o reajuste. Rubens informou que ficou estipulado reajuste de 115% aos soldados em 4 anos.

" Quem ganha menos, terá reajuste maior e quem ganha mais, terá reajuste menor", disse ele.

Entre as reivindicações, ele garante que 90% foram atendidas, ficando para depois o impasse na carga horária e promoção de policiais. " Esses pontos dependem de uma análise do governador e da Procuradoria Geral do Estado", informou.

Com relação a concursos, o comandante declarou que mesmo não tendo sido incluído na pauta, foi acertado que o governo irá convocar 165 agentes aprovados no concurso de 2010. Para 2012, a realização de concursos dependerá da elaboração do orçamento.

Governo do Estado e militares fecham acordo e soldado vai ganhar R$ 1,704 por mês e coronel R$ 10,115 e grevistas são anistiados

Governo do Estado e militares fecham acordo e soldado vai ganhar R$ 1,704 por mês e coronel R$ 10,115 e grevistas são anistiados
O Governo do Estado e os presidentes das Associações dos Militares fecharam na noite de quarta-feira acordo, intermediado pelo presidente do Tribunal de Justiça do Piauí, desembargador Edvaldo Moura, e os militares paralisados por oito dias voltam ao trabalho na manhã desta quinta-feira.
Pelo acordo, o Governo do Estado vai conceder um aumento aos militares e bombeiros variando de 100% a 111% nos próximos quatro anos. O primeiro aumento entrará em vigor a partir de fevereiro de 2012.
Pelo acordo fechado na noite de quinta-feira, o soldado da Polícia Militar vai ganhar R$ 1,704 por mês a partir de fevereiro de 2012 e R$ 3,1 mil mensais em 2015. O soldado ganha hoje R$ 1,4 mil mensais.
O coronel vai ganhar, a partir de fevereiro de 2012, R$ 10,115.mil mensais e R$ 15,099 mil mensais em 2015.
O secretário estadual de Administração, Paulo Ivan, informou que o aumento concedido aos militares varia de 100% a 111% nos próximos quatro anos.
Segundo ele, de 13 níveis apenas três – major, tenente-coronel e coronel - não tiveram aumento de mais de 100%.
Paulo Ivan informou que o projeto de lei prevendo o aumento será enviado para análise e votação pela Assembleia Legislativa.
O líder do Governo na Assembleia Legislativa, Kleber Eulálio, acompanhou a reunião.
Pelo acordo, o tiquete-alimentação será aumentado dos atuais R$ 120 mensais para R$ 145 mensais, o que beneficia
13 mil militares, entre ativos e inativos.
Foi fechado acordo prevendo que o Governo do Estado retire o pedido de prisões preventivas de oito dos líderes do movimento Polícia Legal, Tolerância Zero, que estavam tramitando na 9ª Vara Criminal de Teresina e todos os militares que aderiram à paralisação ou lideram o movimento serão anistiados e não terão os dias paralisados descontados.
“Fizemos fizemos um esforço grandioso para atender a Policia Militar de forma diferenciada. Esse é o compromisso que assumi e estou cumprindo por entender que a segurança pública é uma prioridade para os piauienses. Esse é aumento é o máximo que se podia dar dentro dos limites da lei e da disponibilidade orçamentária”, falou o governador Wilson Martins, em Brasília, quando soube do acordo entre militares e o Governo do Estado.
Durante a reunião no Tribunal de Justiça, o presidente da Associação dos Oficiais da Polícia Militar, capitão Evandro Rodrigues, e o vereador R. Silva elogiaram o governador Wilson Martins “por ter concedido o maior aumento da história da Polícia Militar”.
O capitão Evandro Rodrigues pediu, na reunião, desculpas ao comandante da Polícia Militar, coronel Rubens Pereira, por alguma expressão mais agressiva usada durante o movimento dos militares.
Representantes de várias associações que representam policiais militares e bombeiros participam do encontro, além dos representantes do governo - os secretários Wilson Brandão, de Governo, e Paulo Ivan da Silva Santos, da Administração, além do comandante geral da PM, coronel Rubens Pereira, e do coordenador estadual de comunicação, Fenelon Rocha. Ainda acompanham a reunião os deputados estaduais Themístocles Filho (PMDB), Firmino Filho (PSDB), Rejane Dias (PT), Kléber Eulálio (PMDB) e Cícero Magalhães (PT) e o vereador de Teresina sargento R. Silva (PP).

Policiais militares aceitam proposta de reajuste e encerram greve


PMs aceitam proposta de reajuste e encerram greve 
Após uma demorada rodada de negociações, o governo do Estado apresentou uma proposta de reajuste que chega a 111% em algumas patentes de base da Polícia Militar. A categoria aceitou o percentual e deve voltar à ativa ainda hoje à noite, de acordo com o comandante da PM-PI, coronel Rubens Pereira.

A patente de subtenente, por exemplo, terá um reajuste até 2015 de 111%, enquanto o coronel, receberá o menor reajuste, que será de 70%. O secretário estadual de Governo, Wilson Brandão, participou das negociações e diz que o reajuste será encaminhado amanhã para a Assembleia Legislativa.

O aumento foi levado aos representantes da categoria, que paralisou suas atividades desde há cerca de duas semanas, em reunião no Tribunal de Justiça, nesta quarta-feira (17), intermediada pelo presidente do TJ, desembargador Edvaldo Moura.

Segundo o coronel Rubens, o reajuste de quase 100% será dividido durante os anos de 2012 a 2015. Todas as demais patentes também receberão um reajuste, embora um pouco menor. "Já havia sido dado em maio um reajuste de 11,7%, que está acima da inflação, e este também será para todos. Mas faremos que aqueles que ganham menos tenham maior aumento", acrescenta o Secretário de Administração Paulo Ivan.

A respeito da compra de equipamentos e fardamentos, outra reivindicação dos policiais, o comandante da PM explica que o Governo do Estado vem realizando processos de licitação desde janeiro e o material está sendo adquirido aos poucos. "O Governo entende as reivindicações dos militares e acha que são justas, mas os militares têm que entender que a volta deles às ruas é necessária", declarou secretário Wilson Brandão.

O comandante da PM disse ainda que, embora o TJ tenha determinado a ilegalidade da greve, e ele próprio tenha solicitado a prisão de alguns manifestantes - seguindo o que determinam as normas da Polícia Militar -, não há, no momento, nenhum policial militar preso.

Já os militares reivindicam a anistia de todos os envolvidos que pudessem sofrer punições. "As anistias administrativas serão deliberadas pelo governador e anistia pelas prisões solicitadas só o TJ poderá deliberar", explica.


Pontos


Um dos pontos discutidos foi a carga horária de trabalho. Atualmente, os policiais militares trabalham 24h e folgam 48h. A partir de setembro, será realizado por dois meses, em regime de experiência, um esquema no qual o PM trabalha 24h e folga 72h, tal qual o policial civil. O governo do Estado ainda deve realizar um estudo de viabilidade financeira e comparar com a forma da prática em outras unidades da federação. Os policiais que trabalham nas patrulhas continuarão com sua carga horária de 12h e folga de 36h.

A anistia disciplinar foi concedida, mas a anistia jurídica ainda deve ser definida no Tribunal de Justiça.